| Código: | G2410312 | Sigla: | FE | |
| Áreas Científicas: | SOCIOLOGIA | |||
| Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Anos Curriculares | Créditos | Horas Contacto | Horas Totais |
|---|---|---|---|---|---|---|
| LG | 5 | Aviso nº 18228/2024/2, de 21 de Agosto | 1º | 5 ECTS | 32,5 | 125 |
| Teóricas: | 12,50 |
| Inquéritos: | 0,00 |
Docência - Horas
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- Ampliar o conhecimento crítico sobre as múltiplas constituições familiares e relacionais na contemporaneidade
- Favorecer uma abordagem teórica e metodológica assente os pressupostos da Teoria do Ciclo de Vida Familiar
- Desenvolver conhecimentos sobre o género enquanto marcador social com crescente importância na Gerontologia (Social) e para os processos de envelhecimento
- Compreender os processos relacionados com a Morte e o Luto e as re/configurações das dinâmicas familiares ao longo da vida
- Conhecer as vivências não-normativas em função do género e das sexualidades em fases mais avançadas do ciclo vital
- Compreender a relação entre re/construções sexo-afectivas e processos de discriminação social vivenciados por pessoas LGBT mais velhas e como a intervenção gerontológica deve contemplar as necessidades específicas destas pessoas, tanto em contextos institucionais como noutros contextos de apoio
1. Envelhecimento e Ciclo Vital Familiar
1.1. Pressupostos Básicos
1.2. Género e Envelhecimento
1.3. Morte, Luto e Dinâmicas Familiares
2. Envelhecimento e Dinâmicas Relacionais Não-Normativas
2.1. Sexualidades e Envelhecimento
2.2. Intervenção Gerontológica com Pessoas LGBT Mais Velhas
O Ponto 1. permite uma compreensão ampla da perspectiva do Ciclo Vital Familiar, enquanto escolha teórica capaz de contemplar diferentes modalidades relacionais de significação afectiva para pessoas mais velhas.
Este Ponto atende à centralidade do género para a compreensão robusta envelhecimento, permitido também ampliar o conhecimento do idadismo e das suas implicações para a des/genderização do envelhecimento. São ainda incluídos neste Ponto conhecimentos relativos à Morte e ao Luto e às re/configurações sistémicas que tais processos assumem tanto para as pessoas mais velhas como para o sistema familiar no seu todo.
O Ponto 2. é dedicado a colmatar a ausência de conhecimentos sobre o envelhecimento de pessoas LGBT. Trata-se de compreender as trajectórias de vida das pessoas LGBT mais velhas e o papel das/os gerontólogas/os em contextos institucionais e não institucionais nos quais as vidas das pessoas LGBT mais velhas se inscrevem.
| Magalhães, S. I. & Nogueira, C. (Coord.);Envelhecimento, Género e Sexualidade., V. N. Famalicão: Edições Húmus., 2021 |
| Oliveira, A. V., Dias Lopes, G. C, & Marie, S.;O impacto da perda: experiências de dor e processos de luto na família diante da chegada da morte., Revista Científica Cognitionis, 7(1), 102.116. DOI: 10.38087/2595.8801.349. , 2024 |
| Moratto Vásquez, N.; Posada, J. J. Z, & Messager, T. ; Conceptualización de ciclo vital familiar: una mirada a la producción durante el periodo comprendido entre los años 2002 a 2015. , CES Psicologia, 8 (2) [Versão Online]. ISSN 2011-3080, 2015 |
| Pocahy, F. A. & Dornelles, P.;Gênero, sexualidade e envelhecimento: mapeando a pesquisa e a intervenção social LGBT no Brasil, Journal of Studies in Citizenship and Sustainability, 2 (123-138). ISSN: 2183-7252., 2020 |
| Ribeiro, O. ;Género e envelhecimento, In C. Paúl & O. Ribeiro (Coord.), Manual de Gerontologia: Aspectos biocomportamentais, psicológicos e sociais do envelhecimento (pp. 231-253). Lisboa: Lidel, 2012 |
A utilização de ferramentas de Inteligência Artificial generativa é permitida como apoio ao processo de aprendizagem e à escrita académica, devendo ser explicitamente identificada pelo/a estudante, com indicação da(s) plataforma(s) utilizada(s) e do tipo de apoio prestado (por exemplo, organização de ideias, revisão linguística ou apoio à escrita), sendo da responsabilidade do/a estudante assegurar a originalidade e autoria do trabalho apresentado.
Metodologia expositiva e interrogativa.
Discussão em pequenos grupos e articulação de reflexões com elaboração de síntese colectiva (em turma) sobre os temas discutidos.
Recurso a conteúdos multimédia de acesso livre (pequenos vídeos, filmes, canções, textos disponíveis online) e integração destes conteúdos nos diferentes pontos e sub-pontos do Programa.
Breves exercícios de promoção da consciencialização de discriminações e privilégios relacionados com as vivências abordadas nos conteúdos programáticos, com elicitação de possível aplicabilidade dos resultados da reflexão aos diferentes contextos de intervenção profissional futura das/os alunas/os.
3
| Descrição | Tipo | Tempo (horas) | Data de Conclusão |
|---|---|---|---|
| Participação presencial (estimativa) | Aulas | 37,5 | |
| Total: | 37,5 |
Apenas aplicável a alunas/os com ENEE (testes e exames com adaptações às especificidades destes casos)
O recurso às metodologias expositivas e interrogativas pretende, com orientação/ discussão guiada pelo docente, a transmissão dos conhecimentos relacionados com os objetivos a alcançar pelas/os discentes no âmbito programático da UC.
O recurso complementar a recursos multimédia e materiais audiovisuais é justificado pela atratividade e favorecimento da discussão implicada e relacionada com os pontos programáticos da UC; sendo que as discussões (tanto em pequenos grupos, quanto em turma) são também desejavelmente promotoras de enriquecimento e complexificação das aprendizagens e, logo, potenciadoras do alcance dos objetivos definidos para a UC.